Tratando-se da subjetividade do ser humano, enquanto ser sentimental,
Não havendo devoção e reciprocidade afetiva, não existirá o sentimento absoluto entre os homens, em geral.
Pois a vontade, em sua grande maioria, está atrelada à conduta real do indivíduo como um todo.
Se assim fosse, nosso mundo doentio não estaria chafurdado em meros desejos superficiais, bem como prazeres e felicidades instantâneas de um momento já passado, caindo num ciclo progressivamente vicioso, fruto de um excesso de carência.
Agem de maneira fria, fazem coisas impulsivamente, são céticos, por fora. Mostram seu vazio exterior, como se aquilo fosse um estilo de vida.
Há quem chama de "Teoria do desapego",
Todavia, por trás das máscaras, há o desejo de mostrar o sentimento enterrado, e o medo de arriscar e ser dilacerado. Há quem se arrisca, entretanto não se entrega.
Será que ninguém mais questiona, onde deixamos de acreditar no Amor?
Aquele sentimento verdadeiro e puro, onde só fortalece a vontade de viver, tornando a vida una e inseparável com seu laço confidente.
Aquele, onde a sincronicidade de pensamentos, sintonia nos sentimentos, fazem dos momentos celebrações de ser e estar com a própria alma, refletida no outro. [???]
Na medida em que "evoluímos" em grandiosos aspectos de nossas vidas, em sociedade, deixamos outros fatores morrerem em nós.
Ultimamente andamos tão apressados e ocupados com planos, sonhos, e as facilidades desse universo (minúsculo) mediocrimente programado para nós, deixando o mais importante em segundo plano. Achando que tudo isso é normal.
Giselli D.
Não havendo devoção e reciprocidade afetiva, não existirá o sentimento absoluto entre os homens, em geral.
Pois a vontade, em sua grande maioria, está atrelada à conduta real do indivíduo como um todo.
Se assim fosse, nosso mundo doentio não estaria chafurdado em meros desejos superficiais, bem como prazeres e felicidades instantâneas de um momento já passado, caindo num ciclo progressivamente vicioso, fruto de um excesso de carência.
Agem de maneira fria, fazem coisas impulsivamente, são céticos, por fora. Mostram seu vazio exterior, como se aquilo fosse um estilo de vida.
Há quem chama de "Teoria do desapego",
Todavia, por trás das máscaras, há o desejo de mostrar o sentimento enterrado, e o medo de arriscar e ser dilacerado. Há quem se arrisca, entretanto não se entrega.
Será que ninguém mais questiona, onde deixamos de acreditar no Amor?
Aquele sentimento verdadeiro e puro, onde só fortalece a vontade de viver, tornando a vida una e inseparável com seu laço confidente.
Aquele, onde a sincronicidade de pensamentos, sintonia nos sentimentos, fazem dos momentos celebrações de ser e estar com a própria alma, refletida no outro. [???]
Na medida em que "evoluímos" em grandiosos aspectos de nossas vidas, em sociedade, deixamos outros fatores morrerem em nós.
Ultimamente andamos tão apressados e ocupados com planos, sonhos, e as facilidades desse universo (minúsculo) mediocrimente programado para nós, deixando o mais importante em segundo plano. Achando que tudo isso é normal.
Giselli D.
Livre arbítrio sempre existiu, sempre existirá.
E se tratando da escrita, cada um ousou e ousa a escrever o que bem entender.
Ainda há aqueles que, com o dom da persuasão lançam multidões à beira do abismo, levando-os a crer que de fato o fizeram por si sós.
Podemos dizer que, entre tais, levantaram a bandeira o existencialismo, cujo, os próprios por muitas vezes caíram em suas contradições.
Mas também se pretende que o existencialismo seja uma filosofia do absurdo e do desespero; ela encerra o homem numa angústia estéril, numa subjetividade vazia; ela é incapaz de fornecer qualquer princípio de escolha: "Que ele aja como lhe aprouver, de qualquer maneira a partida está perdida"
Giselli D.
E se tratando da escrita, cada um ousou e ousa a escrever o que bem entender.
Ainda há aqueles que, com o dom da persuasão lançam multidões à beira do abismo, levando-os a crer que de fato o fizeram por si sós.
Podemos dizer que, entre tais, levantaram a bandeira o existencialismo, cujo, os próprios por muitas vezes caíram em suas contradições.
Mas também se pretende que o existencialismo seja uma filosofia do absurdo e do desespero; ela encerra o homem numa angústia estéril, numa subjetividade vazia; ela é incapaz de fornecer qualquer princípio de escolha: "Que ele aja como lhe aprouver, de qualquer maneira a partida está perdida"
Giselli D.